Vinte e quatro respostas. Inclusive as que não ajudam a vender.
Escreva sua dúvida abaixo. A lista filtra enquanto você digita.
- 24 respostas
- em cinco grupos, sem repetir a mesma coisa
- 0 rodeio
- quando a resposta é “depende”, explicamos de quê
- 4 recusas
- coisas que a gente não faz estão escritas no fim
24 respostas em 5 grupos
Antes de começar
Sim. São 90 minutos sem custo e o relatório de perdas fica com você, com a memória de cálculo aberta. Você pode levá-lo a qualquer outro fornecedor — já aconteceu, e está tudo bem.
Trabalhamos melhor entre 10 e 200 pessoas, onde o dono ainda enxerga o processo inteiro e a decisão não passa por comitê. Abaixo de 10, com frequência a resposta certa é uma ferramenta pronta de mercado — e a gente diz qual, sem cobrar por isso.
Não. Na maioria dos projetos quem responde o diagnóstico é o dono ou o gerente da operação. Se existir alguém de TI, ele entra na fase de implantação para liberar acessos — meia hora de trabalho, uma vez.
Temos doze setores com projeto rodando — distribuição, materiais de construção, supermercado, restaurante, e-commerce, clínica, odontologia, academia, construtora, imobiliária, escola e franquia. Fora dessa lista a gente conversa, mas avisa antes que o levantamento vai demorar um pouco mais.
Não, e evitamos. O ERP normalmente já tem o dado que ninguém olha. Construímos em cima dele: leitura de estoque, histórico de pedido, carteira. Trocar ERP é o último recurso, nunca o primeiro passo.
É o caso mais comum, e é exatamente o trabalho da fase 1. A pergunta não é “o que você quer construir”, é “por onde passa um pedido seu do primeiro contato ao dinheiro na conta”. Os gargalos aparecem sozinhos nesse desenho.
Preço e pagamento
Depende da perda que estamos atacando, e é sempre uma fração dela. Na prática, projetos de 1 a 4 semanas ficam entre dezenas de milhares de reais, com payback mediano de 3,6 meses. Se o payback passar de 8 meses, a gente reduz o escopo em vez de aumentar o preço.
Uma primeira parcela na assinatura e o restante por parte entregue e aprovada. Nada adiantado além dessa primeira parcela. Se a parte da semana não for aprovada, ela é refeita antes de ser cobrada.
Só se você quiser a fase de evolução: acompanhamento mensal do número, ajustes e suporte. É opcional, sem fidelidade e com aviso de 30 dias. O sistema continua rodando se você cancelar.
Por consumo real, repassado com margem declarada na proposta — você vê o custo de origem. Não vendemos pacote fechado de créditos, porque isso incentiva o fornecedor a torcer pelo desperdício.
Não existe cobrança de hora. Se você quiser algo novo, isso vira um escopo novo com a própria conta de payback — e você decide se vale. O que estava na proposta é entregue pelo valor da proposta.
Prazo e execução
Três a cinco dias úteis depois do diagnóstico. Ela chega com escopo por semana, investimento e payback em meses. Se faltar um dado seu para fechar a conta, avisamos a nova data — não desaparecemos.
A primeira parte entra em produção na primeira semana, sempre. O projeto completo leva de uma a quatro semanas, dependendo de quantas frentes foram aprovadas.
90 minutos no diagnóstico, uma demonstração de 30 minutos por semana durante a implantação e uma reunião mensal depois. O teste acontece dentro da operação normal — não existe treinamento em sala.
Sim. Não existe dupla comercial que levanta e some. Quem senta com você no diagnóstico é quem escreve o sistema depois — é isso que evita a proposta prometer o que a implantação não sustenta.
É o risco real de qualquer projeto, e a razão de começarmos sempre pelo incômodo de quem opera, não pelo painel da diretoria. Quando a primeira semana resolve algo que a pessoa odeia fazer, a adesão vem sem convencimento.
Dados e contrato
Seu. O sistema roda na sua infraestrutura ou em nuvem no seu nome, e os dados são exportáveis a qualquer momento. Não usamos retenção de base como forma de manter contrato.
Acesso mínimo necessário, dado sensível anonimizado em ambiente de desenvolvimento e registro de quem acessou o quê. Assinamos termo de confidencialidade antes do diagnóstico se você preferir — o nosso ou o seu.
Não. Usamos provedores em modo sem retenção de conteúdo e isso está no contrato. Seu histórico de venda não vira base de treino de ninguém, inclusive nossa.
Só com autorização por escrito, e você lê antes o número, o texto e o depoimento. Os casos publicados sem nome estão anonimizados de forma que a operação não seja identificável.
O que não fazemos
Não. Site, identidade visual, gestão de rede social e tráfego pago não são nosso trabalho. Se a sua perda está em geração de demanda, dizemos isso no diagnóstico e indicamos quem faz.
Não temos produto de prateleira para empurrar. Quando uma ferramenta de mercado resolve melhor e mais barato que construir, recomendamos ela — inclusive sabendo que isso encerra a conversa.
Não fazemos suporte de infraestrutura, rede, impressora ou computador de usuário. Cuidamos do que construímos e da integração com seus sistemas — o resto continua com quem já faz.
Não. Já recusamos três projetos em que a resposta honesta era melhorar a planilha. Aceitar teria dado receita curta e um cliente insatisfeito em quatro meses.
01Ainda com dúvida
Pergunta não respondida aqui vira resposta aqui.
Escolha o canal. Quem responde é quem faz o diagnóstico, não um atendimento.
Continuar de onde faz sentido
A resposta mais útil não está nesta página. Está na conta da sua operação.
Noventa minutos e você sai com a perda medida, em reais, por gargalo.
- Sem custo
- E o relatório de perdas fica com você de qualquer forma.
- Sem compromisso
- Nada assinado antes de uma proposta com payback escrito.
- Podemos dizer que não vale
- Já recusamos três projetos por isso. Está na lista acima.