Kivfy

Empresa não compra software. Empresa compra o fim de um problema que custa dinheiro todo mês.

A Kivfy nasceu de uma constatação chata: quase todo projeto de tecnologia começa pela lista de telas e termina sem ninguém saber quanto ele devolveu. A gente inverteu a ordem.

9
projetos com resultado medido no ERP do cliente
12
setores com operação atendida
3
projetos recusados por não se pagarem
3,6
meses de payback mediano

01Princípios

Seis regras que já custaram receita e vão continuar custando.

Princípio que nunca fez a empresa perder dinheiro não é princípio, é slogan.

  1. 01

    Número antes de escopo

    Nenhuma proposta nossa começa por funcionalidade. Começa pela perda medida em reais por mês. Se não conseguimos medir, não conseguimos prometer.

  2. 02

    Dizer que não vale

    Três vezes a resposta honesta foi “melhore sua planilha”. Dissemos, perdemos a venda e ganhamos duas indicações de quem ouviu.

  3. 03

    Quem conversa é quem constrói

    Não existe dupla comercial que levanta e some. Isso limita quantos projetos aceitamos por mês — de propósito.

  4. 04

    Uma entrega por semana

    O cliente aprova o que existe antes de pagar o que vem. Nenhum projeto nosso tem um mês de silêncio no meio.

  5. 05

    O sistema é do cliente

    Código, base e infraestrutura no nome dele, exportáveis sempre. Contrato se mantém por resultado, não por retenção de dado.

  6. 06

    Começar por quem opera

    O primeiro entregável resolve o incômodo de quem digita, não o painel da diretoria. É o que compra adesão sem treinamento.

02Fronteira

O que a gente faz, e o que a gente recusa.

Fornecedor que faz tudo não é especialista em nada. A coluna da direita é tão importante quanto a da esquerda.

Fazemos

  • Diagnóstico da operação com perda quantificada em reais
  • Sistema sob medida em cima do ERP que você já tem
  • Automação de rotina que consome hora e não vende
  • IA aplicada a histórico: previsão, risco, priorização
  • Acompanhamento mensal do número prometido

Não fazemos

  • Site, identidade visual e peça de marketing
  • Gestão de rede social e tráfego pago
  • Venda de licença de software de prateleira
  • Suporte de rede, impressora e computador de usuário
  • Projeto sem payback claro, mesmo se o cliente insistir

03Como chegamos aqui

Quatro momentos que mudaram o jeito de trabalhar.

Nenhum deles foi uma decisão de estratégia. Todos vieram de um projeto que deu trabalho.

  1. O começo

    Projetos por escopo de tela, como todo mundo

    O cliente pedia, a gente construía. Funcionava tecnicamente e ninguém sabia dizer quanto tinha voltado. Foi o que nos incomodou.

  2. 1º ano

    A primeira conta de perda antes da proposta

    Num diagnóstico de distribuidora, medimos a digitação em horas e multiplicamos pelo custo da hora. A proposta ficou mais fácil de aprovar que qualquer apresentação anterior.

  3. 2º ano

    A primeira recusa

    Uma operação pequena queria um sistema de R$ 40 mil para resolver uma perda de R$ 600 por mês. Recomendamos planilha. Ele indicou dois clientes no ano seguinte.

  4. Hoje

    Fase 4: provar que a fase 2 estava certa

    Todo projeto tem relatório mensal comparando prometido e medido, inclusive a linha que ficou abaixo. É a parte mais desconfortável e a que mais mantém contrato.

04Do lado de dentro

Time pequeno, projeto por vez, cliente com nome.

A capacidade é limitada de propósito: quem conversa é quem constrói.

Uma pessoa responsável pelo projeto, de ponta a ponta.

Ela conduz o diagnóstico, escreve a proposta, constrói o sistema e apresenta o resultado mensal. Não existe repasse entre comercial, análise e desenvolvimento.

  • Sem camada de gerente de projeto entre você e quem escreve
  • Poucos projetos simultâneos, por escolha
  • Demonstração toda semana, com quem vai usar

Capacidade

Por mês
Diagnósticosaté 6
Projetos em implantaçãoaté 3
Projetos em evolução6
Se no fim do projeto ninguém souber dizer quanto ele devolveu, o projeto falhou — mesmo que o software esteja perfeito.
O critério da casaEscrito na primeira página de toda proposta

Tudo isso vira concreto em uma conversa de 90 minutos.

Você sai com a perda da sua operação medida em reais e a ordem de prioridade por impacto.

Sem custo
O relatório de perdas fica com você de qualquer forma.
Quem conversa constrói
Não existe repasse entre comercial e desenvolvimento.
Podemos dizer que não vale
Aconteceu três vezes. Continuará acontecendo.